Café no pé, café na tulha e café vendido são três números diferentes. O mercado trata como um só.

As projeções para 2026 variaram de 66,2 a 75,65 milhões de sacas, e a pesquisa da FAEMG mediu 33,4 milhões só em Minas. Nos bastidores das cooperativas, porém, a conversa é outra. Entenda por que os dois podem estar certos — e quem paga a conta dessa confusão.